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§REGISTRO · CAPACIDADE REGULATÓRIADOC-01 · v1
Compliance no núcleo

Compliance regulatória como capacidade de primeira classe.

Arquitetura multi-jurisdição com cobertura completa do Brasil operacional no núcleo — NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e, SPED, eSocial e obrigações setoriais operando dentro do mesmo sistema onde a sua operação vive. Plataforma em homologação; piloto em implantação em operação real.

CARTEIRA EM HOMOLOGAÇÃO
EM HOMOLOGAÇÃO
Brasil
  • 01FISCAIS TRIBUTÁRIOS5
  • 02TRABALHISTAS1
  • 03SETORIAIS2
TOTAL EM HOMOLOGAÇÃO8

Todos operam com certificado digital próprio por instituição, com proteção criptográfica para chaves privadas.

§01 · POR QUE NATIVO

Compliance fiscal como parte do núcleo — não um módulo embrulhado.

Em ERP convencional, compliance fiscal vive em um módulo à parte, frequentemente desenvolvido por um terceiro, com ciclo de atualização próprio e pontos de integração que falham exatamente quando a regulação muda. A auditoria operacional mora em um sistema, a auditoria fiscal em outro — e ninguém bate.

Aether trata compliance como parte do núcleo. Cada obrigação regulatória é um plugin desenvolvido no mesmo sistema de versionamento, com o mesmo nível de governança e o mesmo padrão de auditoria que o restante da plataforma. Em Homologação hoje, essa capacidade está comprovada em Brasil — a arquitetura foi projetada para estender com o mesmo rigor a outras jurisdições.

PADRÃO CONVENCIONAL

Integração em camadas separadas

  • 01Vendor externo com ciclo próprio de atualização regulatória.
  • 02Auditoria operacional e fiscal vivem em sistemas diferentes — reconciliar é trabalho manual.
  • 03Pontos de integração frágeis entre faturamento, estoque e fiscal.

TRATAMENTO AETHER

Integração como a mesma plataforma

  • 01Atualização regulatória entra no mesmo sistema de versionamento que o resto da plataforma.
  • 02Auditoria de compliance cruza a mesma linha do tempo da auditoria operacional.
  • 03Faturamento, estoque e fiscal não integram — são o mesmo sistema.

O resultado prático é que quando o fisco publica uma mudança, a atualização não depende de coordenação com vendor externo. E quando o auditor pede rastreio cruzado, a resposta é uma consulta — não um projeto.

§02 · CARTEIRA EM HOMOLOGAÇÃO

Oito obrigações regulatórias operando hoje.

Cada plugin opera com integração ativa aos órgãos federais, estaduais ou municipais correspondentes. Lista fechada do que está em homologação — nenhum item projetado.

  • CL. 01

    NF-e

    Nota Fiscal Eletrônica

    Documento fiscal para operações de produto entre empresas, com transmissão direta aos órgãos estaduais.

    ÂMBITO

    Interestadual

    DOMÍNIO

    Faturamento

  • CL. 02

    NFC-e

    Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

    Documento fiscal para ponto de venda, com suporte a contingência quando a transmissão cai.

    ÂMBITO

    Estadual

    DOMÍNIO

    Ponto de venda

  • CL. 03

    CT-e

    Conhecimento de Transporte Eletrônico

    Documento fiscal para operações de logística, com cobertura dos principais modais.

    ÂMBITO

    Interestadual

    DOMÍNIO

    Logística

  • CL. 04

    NFS-e

    Nota Fiscal de Serviço Eletrônica

    Documento fiscal de serviço via Sistema Nacional, com integração municipal.

    ÂMBITO

    Municipal

    DOMÍNIO

    Serviço

  • CL. 05

    SPED

    Escrituração Fiscal Digital

    EFD ICMS/IPI e EFD Contribuições. Geração, validação e conferência de dados escriturais.

    ÂMBITO

    Federal

    DOMÍNIO

    Escrituração

  • CL. 06

    eSocial

    Eventos Trabalhistas e Previdenciários

    Obrigação trabalhista e previdenciária unificada, com cobertura de eventos periódicos e não-periódicos.

    ÂMBITO

    Federal

    DOMÍNIO

    Trabalhista

  • CL. 07

    Educacenso

    Censo Escolar

    Obrigação do setor educacional com integração ao órgão responsável pela coleta anual.

    ÂMBITO

    Setorial

    DOMÍNIO

    Educação

  • CL. 08

    Agro-RX

    Receituário Agronômico

    Receituário eletrônico conforme a Lei 14.785/2023, com rastreabilidade e verificação.

    ÂMBITO

    Setorial

    DOMÍNIO

    Agronegócio

NOTA OPERACIONAL

Cada plugin opera com certificado digital próprio por instituição, com proteção criptográfica para chaves privadas. Rotação e expiração monitoradas pela plataforma, com alerta antes do vencimento.

§03 · A ARQUITETURA POR TRÁS

Quatro pilares sob a mesma âncora de governança.

A plataforma trata compliance como extensão controlada. Cada plugin opera dentro do mesmo guarda-chuva de auditoria, permissão e isolamento que o resto do sistema.

ÂNCORA DE GOVERNANÇA

Mais de 500 políticas de isolamento ativas em homologação — cada plugin herda o mesmo guarda-chuva automaticamente.

01ISOLAMENTO

Schema isolado por plugin

Cada obrigação opera em seu próprio escopo de dados. Uma atualização em NF-e não toca SPED. Uma migração em CT-e não afeta eSocial.

02AUDITORIA

Governança aplicada automaticamente

Cada tabela institution-scoped dentro dos plugins herda as mesmas políticas de isolamento que o resto da plataforma — nada fica fora do guarda-chuva de auditoria.

03OPERAÇÃO

Ciclo de vida explícito

Plugin pode ser instalado, ativado, desativado e desinstalado com integridade transacional — sem deixar estado órfão no banco ou na interface.

04INTEGRAÇÃO

APIs específicas por obrigação

Cada plugin expõe sua interface pública; a plataforma consolida auditoria, permissões e relatórios — a integração externa fala com uma camada só.

§04 · JURISDIÇÕES

O que está em homologação, o que a arquitetura permite e o que está fora do roadmap público.

Transparência sobre cobertura: distinguir capacidade operacional de extensibilidade arquitetural é parte do contrato com quem lê esta página.

EM HOMOLOGAÇÃO01 / 03

Brasil — federal, estadual e municipal

Oito plugins ativos operando com integração real aos órgãos federais, estaduais e municipais correspondentes. Auditoria cruzada, certificado digital por instituição, atualização acompanhando publicações oficiais.

  • Obrigações federais: SPED, eSocial, Educacenso, Agro-RX.
  • Obrigações interestaduais e estaduais: NF-e, NFC-e, CT-e.
  • Obrigações municipais: NFS-e via Sistema Nacional.
ARQUITETURA PRONTA02 / 03

Motor de plugins operacionalmente neutro

A arquitetura foi desenhada com o conceito de plugin associado a um país desde o início. Adicionar compliance de outro mercado é extensão natural — não refatoração da plataforma.

  • Isolamento por jurisdição no mesmo modelo usado hoje no Brasil.
  • Governança automática replicável sem alteração do núcleo.
  • Integração externa desacoplada — uma camada por órgão.
FORA DO ROADMAP PÚBLICO03 / 03

Planejamento internacional, caso a caso

Operacionalmente, nenhuma implementação de plugin internacional está em homologação hoje. Qualquer horizonte de expansão é tratado com parceiro estratégico específico — não como cronograma publicado com datas.

  • Sem país como disponível em breve nesta página.
  • Sem trimestre ou ano para jurisdição futura.
  • Conversa internacional acontece sob NDA, em contato direto.
REGRA EDITORIAL

Arquitetura extensível não é promessa de implementação. Nenhum plugin é mencionado como disponível em breve sem ter entrado efetivamente em homologação.

§05 · O QUE O CFO QUER SABER

Quatro perguntas que chegam primeiro na análise fiscal.

Respostas diretas, sem categoria. Se a resposta depende de contexto, está escrito.

  • 01pergunta

    Quando a SEFAZ publica nota técnica, qual o prazo de atualização?

    O ciclo depende da criticidade da nota e do escopo da mudança. A arquitetura suporta atualização sem downtime da plataforma inteira — o plugin afetado atualiza isoladamente, sem obrigar o restante da operação a parar.

  • 02pergunta

    Se um certificado digital expirar, o que acontece?

    A plataforma monitora validade de certificados por instituição e alerta antes da expiração. O operador rotaciona sem perder histórico fiscal — o rastro assinado permanece íntegro e auditável.

  • 03pergunta

    Posso auditar operações fiscais individualmente?

    Sim. Cada emissão deixa rastro na mesma linha do tempo imutável que a auditoria operacional usa. Quem emitiu, quando e qual o payload é consulta pela interface — não ticket para o DBA.

  • 04pergunta

    Como fica rejeição de NF pelo SEFAZ?

    O plugin registra a rejeição, explica o motivo, preserva o estado da operação e sinaliza pelo Nous se a rejeição tem padrão recorrente que sugere causa raiz — para o operador corrigir antes do próximo ciclo.

NOTA

Nenhuma das respostas acima substitui a responsabilidade jurídica do contribuinte pela operação fiscal. O escopo da plataforma é técnico: execução, rastreamento, auditoria e integração com os órgãos.

§06 · OBRIGAÇÕES SETORIAIS

Além da fiscalidade geral, plugins para obrigações específicas do setor.

Quando o cliente atua em vertical com obrigação não coberta hoje, a arquitetura de plugins permite desenvolvimento dedicado — frequentemente como parte de um programa de parceria com software house vertical da área.

EDUCAÇÃOANEXO · 01

Educacenso

Censo escolar federal. Coleta anual de dados sobre escolas, matrículas, turmas e profissionais da educação, com integração ao órgão responsável.

AGRONEGÓCIOANEXO · 02

Agro-RX

Receituário agronômico eletrônico conforme a Lei 14.785/2023. Prescrição digital, rastreabilidade e verificação por QR Code.

EXTENSIBILIDADE VERTICAL

Setores adicionais entram como extensão dedicada

Se seu vertical tem obrigação não listada aqui, a arquitetura de plugins permite desenvolvimento específico com o mesmo padrão de governança e auditoria. Esse trabalho normalmente acontece em parceria com software house que domina o vertical.

§07 · PRÓXIMO PASSO

Mapear compliance para sua operação é uma conversa de 45 minutos.

Três perguntas guiam o diagnóstico. A conversa é com alguém do time técnico da Aether e o responsável fiscal do seu lado.

  1. 01

    Quais obrigações sua empresa emite hoje — e com qual ferramenta?

  2. 02

    Quais pontos de integração entre fiscal e operacional falham na sua rotina?

  3. 03

    Há obrigação específica do seu setor que exige tratamento particular?